Emmaus

BPT09

Isaías 33

BPT09
Isaías

Cựu Ước

Tân Ước

Chương 33
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Esperança no Senhor1Ai de ti, devastador, que não foste devastado; ai de ti, traidor, que ainda não foste traído. Quando acabares de devastar, serás devastado tu também; quando acabares de trair, serás atraiçoado. 2Senhor, tem piedade de nós: é em ti que nós esperamos. Sê a nossa força, em cada novo dia, a nossa salvação no tempo do perigo. 3Perante o ruído da tua intervenção, fogem os povos; quando te levantas, as nações dispersam-se. 4Recolhe-se o despojo como se juntam os gafanhotos, lançam-se sobre ele como fazem os gafanhotos. 5O Senhor é soberano, porque habita lá nas alturas; encheu Sião e Sião de direito e de justiça.

Lamentação6O Senhor será a segurança dos teus dias. A riqueza que traz a salvação consiste na sabedoria e no conhecimento de Deus; respeitar o Senhor será o teu tesouro. 7Eis as gentes de Ariel que lançam gritos pelas ruas. Os mensageiros da paz choram amargamente. 8As estradas estão desertas, ninguém passa pelos caminhos. Ele rompeu a aliança, desprezou as testemunhas, não teve consideração pelos humanos.

Intervenção de Deus9A nação, de luto, desfalece, a montanha do Líbano perdeu as cores, ficou mirrada, a planície de Saron parece-se com o deserto, os bosques de Basã e do Carmelo perderam a folhagem. 10«Agora vou intervir — diz o Senhor, agora vou levantar-me e mostrar a minha grandeza. 11Concebereis palha e dareis à luz feno. O meu sopro é como um fogo que vos devorará. 12Quanto aos outros povos, serão reduzidos a pó, como cardos cortados e lançados ao fogo. 13Ouçam o que eu fiz, aqueles que estão longe! Os que estão perto, reconheçam o meu valor.» 14Em Sião, os pecadores estão cheios de medo, um tremor agarra os perversos e perguntam: «Quem de nós poderá permanecer perto deste fogo devorador? Quem de nós poderá permanecer junto deste braseiro sem fim?» 15Aquele que procede com justiça e fala verdade, que recusa benefícios adquiridos pela violência; o que afasta os que o querem subornar, o que fecha os ouvidos a propostas assassinas, e fecha os olhos para não aceitar o mal.

Jerusalém restaurada16Esse habitará nas alturas, o seu refúgio terá lugar nas rochas fortificadas, o pão e a água nunca lhe faltarão. 17Os teus olhos contemplarão o rei no seu esplendor, e verão o país em toda a sua extensão. 18Recordarás, então, os terrores passados, e dirás: «Onde está o cobrador e o fiscal, onde estão os que inspecionavam as fortificações?» 19Já não verás este povo arrogante, de falar incompreensível e linguagem estranha, que ninguém entende. 20Contempla Sião, cidade das nossas festas, os teus olhos verão Jerusalém, como uma morada tranquila uma tenda bem fixada, cujas estacas nunca mais serão arrancadas, e cujas cordas não serão retiradas. 21Ali é que o Senhor nos mostrará a sua grandeza. Haverá rios e canais muito largos, em que os barcos a remos não passarão e os grandes navios não circularão. 22Porque o Senhor é quem nos governa e manda em nós. O Senhor é o nosso rei, ele é a nossa salvação. 23Os teus cordames afrouxaram, já não seguram o mastro direito, nem permitem içar o estandarte. Então será repartido o produto da pilhagem, em grande quantidade, e até os coxos tomarão parte nela! 24Nenhum habitante de Jerusalém dirá: «Estou doente!» O povo que lá habitar terá o perdão das suas culpas.

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